Em entrevista ao Jornal Público de hoje, o Presidente da Câmara Municipal do Porto refere que quando chegou à Câmara em 2002 " ... na área social foi mantendo o apoio, mas de uma forma muito aquém do que devia ser" e que a "... intervenção política da câmara na área social é dos sectores que vão ter mais evolução no Porto no próximo mandato."
Lamentamos que a Câmara Municipal tenha acordado tarde para um dos maiores problemas da cidade, nomeadamente a exclusão social que afecta mais de 700 sem abrigo que carecem de uma política coordenada de integração social.
Vale aqui a pena lembrar, relativamente a este tema, o ponto 4 do nosso compromisso eleitoral:
"4 - Porto de Abrigo
A cidade do Porto tem mais de 700 pessoas sem-abrigo o que constitui um dos maiores problemas da cidade. A pobreza, o alcoolismo, a tóxicodepência, a demência e outros estão entre os factores que mais contribuem para a exclusão social de centenas de pessoas e famílias que vivem nas ruas.
Uma política humanista, em que a pessoa humana é o centro e o fim de toda a actividade política, não pode ser indiferente a este fenómeno que nos últimos anos tem vindo a crescer.
A resposta a este problema, exige inovação social.
O município do Porto pode, pela sua importância, ter uma atitude pró-activa, reunir vontades e assumir a coordenação das diversas instituições que se dedicam habitualmente ao problema.
Não descuramos o papel que tem tido a segurança social, as IPSS´s, as ONG´s, as associações de voluntários, as instituições religiosas, mas sentimos a falta de uma política coordenada de inovação social que, tendo um desígnio comum, junte à mesma mesa os sem abrigo, o estado, a sociedade civil e as empresas.
Só criando uma rede social que saiba inovar se pode aproveitar todos os recursos complementares necessários para mobilizar a sociedade portuense para o problema, sem ter que esperar pelo apoio exclusivo do Estado. O MEP irá apresentar uma proposta de criação de uma comissão ou grupo de trabalho que possa propor medidas nesse sentido.
Lamentamos que a Câmara Municipal tenha acordado tarde para um dos maiores problemas da cidade, nomeadamente a exclusão social que afecta mais de 700 sem abrigo que carecem de uma política coordenada de integração social.
Vale aqui a pena lembrar, relativamente a este tema, o ponto 4 do nosso compromisso eleitoral:
"4 - Porto de Abrigo
A cidade do Porto tem mais de 700 pessoas sem-abrigo o que constitui um dos maiores problemas da cidade. A pobreza, o alcoolismo, a tóxicodepência, a demência e outros estão entre os factores que mais contribuem para a exclusão social de centenas de pessoas e famílias que vivem nas ruas.
Uma política humanista, em que a pessoa humana é o centro e o fim de toda a actividade política, não pode ser indiferente a este fenómeno que nos últimos anos tem vindo a crescer.
A resposta a este problema, exige inovação social.
O município do Porto pode, pela sua importância, ter uma atitude pró-activa, reunir vontades e assumir a coordenação das diversas instituições que se dedicam habitualmente ao problema.
Não descuramos o papel que tem tido a segurança social, as IPSS´s, as ONG´s, as associações de voluntários, as instituições religiosas, mas sentimos a falta de uma política coordenada de inovação social que, tendo um desígnio comum, junte à mesma mesa os sem abrigo, o estado, a sociedade civil e as empresas.
Só criando uma rede social que saiba inovar se pode aproveitar todos os recursos complementares necessários para mobilizar a sociedade portuense para o problema, sem ter que esperar pelo apoio exclusivo do Estado. O MEP irá apresentar uma proposta de criação de uma comissão ou grupo de trabalho que possa propor medidas nesse sentido.





