MEP - Movimento Esperança Portugal

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"Construir o Porto" é acrescentar algo de novo, criativo. É fazer política pela positiva.
Em pleno período eleitoral, o surgimento deste blog/site pretende dar a conhecer as opiniões, propostas e acções dos candidatos do MEP à Assembleia Municipal do Porto.

Em permanente diálogo com os eleitores, gostaríamos de saber o que os cidadãos da nossa cidade pensam ou têm a dizer sobre as questões políticas que directamente lhes dizem respeito.

Também no Porto “melhor é possível”.



com cada operador e não uma ligação com cada empresa)

Debate Prós e Contras

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Entrevista Rui Rio Jornal Público

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Em entrevista ao Jornal Público de hoje, o Presidente da Câmara Municipal do Porto refere que quando chegou à Câmara em 2002 " ... na área social foi mantendo o apoio, mas de uma forma muito aquém do que devia ser" e que a "... intervenção política da câmara na área social é dos sectores que vão ter mais evolução no Porto no próximo mandato."

Lamentamos que a Câmara Municipal tenha acordado tarde para um dos maiores problemas da cidade, nomeadamente a exclusão social que afecta mais de 700 sem abrigo que carecem de uma política coordenada de integração social.

Vale aqui a pena lembrar, relativamente a este tema, o ponto 4 do nosso
compromisso eleitoral:

"4 - Porto de Abrigo
 
A cidade do Porto tem mais de 700 pessoas sem-abrigo o que constitui um dos maiores problemas da cidade. A pobreza, o alcoolismo, a tóxicodepência, a demência e outros estão entre os factores que mais contribuem para a exclusão social de centenas de pessoas e famílias que vivem nas ruas.
 
Uma política humanista, em que a pessoa humana é o centro e o fim de toda a actividade política, não pode ser indiferente a este fenómeno que nos últimos anos tem vindo a crescer.
 
A resposta a este problema, exige inovação social.
 
O município do Porto pode, pela sua importância, ter uma atitude pró-activa, reunir vontades e assumir a coordenação das diversas instituições que se dedicam habitualmente ao problema.
 
Não descuramos o papel que tem tido a segurança social, as IPSS´s, as ONG´s, as associações de voluntários, as instituições religiosas, mas sentimos a falta de uma política coordenada de inovação social que, tendo um desígnio comum, junte à mesma mesa os sem abrigo, o estado, a sociedade civil e as empresas.
 
Só criando uma rede social que saiba inovar se pode aproveitar todos os recursos complementares necessários para mobilizar a sociedade portuense para o problema, sem ter que esperar pelo apoio exclusivo do Estado. O MEP irá apresentar uma proposta de criação de uma comissão ou grupo de trabalho que possa propor medidas nesse sentido.
 

Aleixo, que futuro?

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O Bairro do Aleixo tem sido tema central de debate entre os diversos candidatos ao executivo municipal. 

Mais importante do que ser a favor ou contra a demolição, é saber como é que serão resolvidos os problemas sociais e financeiros que inevitavelmente uma ou outra solução comportam.

Demolição do bairro e venda

Se o bairro for demolido e vendido a um fundo imobiliário quem é que garante o realojamento dos moradores, o município ou o fundo imobiliário? Em que termos e em que prazos são realojados os moradores e recuperadas as habitações municipais dispersas pela cidade? Qual o custo do realojamento e valor dos terrenos municipais? Que garantias são dadas para o bom cumprimento dos contratos? Se houver litígio, durante quanto tempo terão os moradores e a cidade que aguardar a resolução do mesmo pelos tribunais? Os moradores irão ser realojados por edifícios, por habitação ou por agregado familiar? Quais os critérios de atribuição das novas casas e rendas que irão pagar? Que acompanhamento médico e social vão ter os idosos e as pessoas que tiverem dificuldades em se adaptar? A demolição do Aleixo irá transferir o tráfico e consumo de droga para outros bairros sociais?

A demolição do bairro pode ser uma boa solução, mas é necessário garantir a resolução de uma serie de problemas sociais. O Município não pode transferir sem mais para terceiros a sua responsabilidade ignorando que a demolição em si também os gera.

Demolição e construção de um novo bairro

A demolição das torres do Aleixo e construção de um novo bairro tem a vantagem de evitar que os moradores sejam obrigados a adaptar-se a outro local e evita a especulação imobiliária resultante da venda dos terrenos.

No entanto, ficam por resolver todos os outros problemas que decorrem da demolição e venda, designadamente critérios de realojamento, prazos, problemas relacionado com as empreitadas, tráfico e consumo de droga, com a agravante de ser o município (ou seja todos nós) a suportar o custo das obras sem sabermos se há ou não capacidade financeira para as fazer.

Requalificação 

Não sendo o bairro demolido ficam por resolver os problemas sociais relacionados com a exclusão social. A requalificação não se pode cingir a pequenas obras de fachada, eliminação de pisos e arranjo dos espaços exteriores que não resolvem os graves problemas que afectam aquele bairro. Corre-se o risco de ficar tudo na mesma. É necessário inovação social, sustentabilidade, integração das pessoas, combate rigoroso ao tráfico e consumo de droga, e todas essa medidas custam dinheiro ao erário público. Será a requalificação mais barata do que a demolição e a construção nova?

Que futuro terá o Aleixo?

Em qualquer dos casos, parece ser imprescindível o envolvimento dos moradores, das associações, do município e da junta de freguesia, bem como uma forma delineada e rigorosa de financiamento da opção que for tomada.

Aos políticos pede-se-lhes que estudem e apresentem as várias alternativas, sem afastar liminarmente qualquer uma das hipóteses. Temos de pôr no prato da balança as vantagens e as desvantagens de uma ou outra solução e decidir pela que tiver menor custo e maior proveito para o bem comum.

Em vez de discutirmos se deve haver ou não demolição, temos de tornar mais claros e transparentes os critérios da opção e procurar responder o melhor possível ao maior número de questões que se colocam, pois é isso que os cidadãos esperam de nós.

 

Na Assembeia Municipal do Porto

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O MEP apresentou oportunamente uma lista de candidatos à Assembleia Municipal do Porto com a convicção que também no Porto “melhor é possível”.

A cidade precisa de uma política construtiva, que traga uma nova forma de abordar os assuntos municipais, pela positiva, que una mais do que divida, uma política capaz de estabelecer pontes entre os diferentes partidos que compõem os órgãos municipais, em prol da cidade, verdadeiramente representativa dos interesses dos portuenses.

Não era viável, em ano de três eleições, a um partido recém criado, apresentar uma candidatura séria e responsável à Câmara Municipal, por isso optámos por candidatar-nos apenas à Assembleia Municipal.

A eleição que irá decorrer no próximo dia 11 de Outubro apresenta-se assim, independentemente do resultado das eleições legislativas, como um grande desafio e uma janela de oportunidade para o MEP apresentar um projecto político novo para a Assembleia Municipal.

Não deixamos assim de assumir a nossa responsabilidade perante os portuenses que confiaram e votaram em nós, oferecendo uma verdadeira alternativa, ao centro, para quem não se revê na política seguida nos últimos anos pelos partidos que têm governado a cidade.

Vamos dar o nosso melhor!

 


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Apresentação da Candidatura

Depoimento de Rui Castro Martins

Membros MEP Porto

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